September 12, 2008

Mídia social nas empresas: o hype.

Um estudo recente, conduzido pela University of Massachusetts Dartmouth Center for Marketing Research, aponta o comportamento das empresas frente às mídias sociais.

O estudo compara o uso de mídias sociais entre 2007 e 2008, feito pela Inc 500 — listagem das maiores companhias privadas americanas, compiladas pela Inc. Magazine.

É interessante notar o aumento desse tipo de ferramente que, em alguns casos, chega a ter sua percentagem dobrada.

Que as empresas estão se preocupando mais com sua imagem na internet e procurando estabelecer um canal de contato com seus diversos públicos, convenhamos, não é nenhuma novidade. O assunto é até um pouco antigo. Mas ver isso quantificado em números nos dá uma dimensão mais tangível dessas mídias sociais corporativas.

Pra quem quiser na íntegra, segue o link.

Alguns dados do estudo:
• 49% das empresas usam redes sociais; em 2007, somavam 27%
• 39% possuem blogs; em 2007, apenas 19% possuía essa ferramenta
• 44% acredita ser muito importante utilizar mídias sociais; em 2007, essa credibilidade era de 26%
23% das respondentes não utiliza nenhuma das ferramentas de mídia social; em 2007, as respondentes totalizavam 43%

August 30, 2008

Fogueira das marcas


May 17, 2008

Grátis … mas por quanto tempo?

Pergunta interessante,
“How much would you pay to use Twitter? How about Facebook? Gmail? Would answering a simple “How much would you pay for it?” question help us to understand how the valuable is perceived differently from the disposable?”

Se quiserem participar, cliquem aqui.

January 16, 2008

Information (over) flow

Estava conversando com o yassuda hoje: muito está sendo dito sobre a tendência da seleção de informação, em que o jovem — protagonista na mudança de paradigmas que está acontecendo na web — pega uma coisa que lhe seja pertinente aqui e acolá, e, de certa forma, monta sua própria newslist. Mas alguns aplicativos, como os readers da vida, facilitam demais a compilação de informação, resultando no agrupamento de centenas de notícias; assim, provocam um fenômeno exatamente contrário àquilo que se propõem: oferecem informações excessivas e totalmente dispensáveis.

January 14, 2008

Direto do BBB

Blog de uma das participantes, Gyselle:

oi gente estou muito confiente pois vcs ai fora sabe o que estqr acontecendo aqui
a mulher rendera que muito fica nessa casa bbb e muito importante na minha vida
e vcs sabe que as primeiras semanas sao complicadas e essa tal de juliana nao vai com minha cara pois eu rendo e vou render ainda muito mas no bbb se vcs me deixaram aqui
beijos meus amigos da net minha familia te amo
e abraco p todos de

Oi? Be kind, rewind?

December 27, 2007

Para o ano de 2008 e anos posteriores

O ano de 2007 foi, no mínimo, curioso para a propaganda. Mais do que nunca, sentimos que as mídias, até então consideradas alternativas, ganharam força e foram exploradas de maneiras não usuais. Os virais foram repercutidos em meios de massa e, de certa forma, viraram a coqueluche de algumas agências: era como se aquele fragmento pudesse dar sentido a um todo, que é a campanha. Evolution ganhou Grand Prix, aqueles que não tem contato algum com agências, conheceram o erro crasso da Miss Carolina do Sul, riram do desespero do fã incondicional da Britney Spears, acharam curiosa a paródia de Thriller feita pelos presos filipinos; enfim, 2007 foi pontuado por vídeos curiosos que atraíram a atenção de uma parcela considerável de internautas brasileiros e gringos.

Como blogs estão se disseminando, e a mídias estão sofrendo um processo de democratização, pode-se esperar que o próximo ano seja repleto de mais virais, ou, até mesmo, o número de virais continue o mesmo; mas, como os pontos de difusão de informações estão se multiplicando, talvez a percepção que tenhamos seja a de que, de fato, há muito mais virais e que eles se espalharam em velocidade recorde.

Entretanto, um ponto que pode furar essa teoria é o seguinte: esses blogs todos que surgem estão cada vez mais se especializando em certos assuntos, formando equipes de pessoas com expertise semelhante ou até mesmo superior ao dos antigos formadores de opinião — leia-se jornalistas. Num primeiro momentos, os blogs foram utilizados como diários virtuais; agora eles servem como importantes meios de comunicação para nichos. Os blogs raramente questionam os veículos tradicionais, e raramente produzem suas próprias notícias: pegam resquícios aqui e acolá e tecem uma malha de informação com certos buracos, onde impera a miscelânea.

Além disso, observa-se que ainda predominam certos monopólios dentro desse mesmo âmbito. Ainda citando a publicidade, temos, no máximo, três blogs expressivos dentro da blogosfera brasileira. Não é necessário citá-los, porque já sabemos de quais se tratam. E, dentro desse monopólio que tomamos como exemplo, a informação é a principal recompensa dos leitores, é o que há de mais exclusivo que os leitores podem obter. Mas, se todos obtêm a mesma notícia exclusiva, ela deixa de ser exclusiva, certo?

Num texto intrigante, Seth diz que os monopólios estão morrendo, se já não estiverem mortos.

Os monopólios sustentam-se sobre o tripé:
1. Incentivo a determinadas redes de TV e rádio para dominar seus respectivos mercados
2. Direitos autorais, que nos fazem pagar muito mais por um bem do que ele realmente custa
3. O número limitado de fornecedores e o consequente espaço nas prateleiras

Acontece que essa tríade já foi rompida.

Na ausência dos monopólios, blogueiros, comerciantes e qualquer um que queira ser bem sucedido, deve criar um canal de comunicação eficiente com seu consumidor e criar privilégios. Como não se pode ser abrangente, a exclusão de algumas parcelas faz-se necessária. A Tifanny, nos EUA, já tentou fabricar jóias mais baratas, visando ao mercado popular e quase foi à falência. Perdeu credibilidade e cessou com a exclusividade.

O desafio do marketing do futuro será o de abranger as massas. Temos alguns exemplos nacionais, como a Casas Bahia, mas isso é só o começo. Por enquanto, o nicho, posteriomente, o todo. O desafio é maior e o cenário será mais hostil.

December 23, 2007

Reflexão

Num mundo onde a gratuidade está virando premissa de consumo, como a indústria do consumo pode obter vantagem com essa mudança? — porque, se nada for feito, os danos se refletirão nos prejuízos econômicos.

Referências: aqui e aqui

Facebook para seniores