Viral, Marketing de Guerrilha and so on…
Tava lendo no Adweek sobre virais. E é engraçado que, enquanto aqui a cultura do viral ainda está em alta, assim como a cultura de guerrilha, lá fora (leia-se Estados Unidos), os caras já tentam reinventar essa ferramenta, até porque ela já virou lugar-comum. A galera daqui que é mais ligada em trends não precisa ler um texto gringo pra perceber que a informação está cada vez mais saturada; um viral novo, se não for absurdamente sensacional, cairá nesse conluio de informações.
Publicidade como entretenimento? Ok. Pode funcionar por mais um tempo. Mas não é muito mais válido oferecer um viral que seja uma aperfeiçoamento de um serviço?
Esse raciocínio é ilustrado no texto com uma comparação entre dois virais, o subservient chicken, do Burger King, e o pizza builder, do Domino’s. O primeiro tem fins claramente cômicos: um cara vestido de frango que faz um grande número de atividades, basta digitá-las e enviá-las. No caso da Domino’s, a ferramenta criada permite ao usuário adicionar os ingredientes que quiser em sua pizza, nomeá-la e tê-la entregue em sua casa. Prático e funcional.
O Nick Law, CCO da R/GA, fala sobre isso com uma frase-chave no texto todo: “When you create a utility, you’re creating something that gives people time back”. Porque é isso mesmo, as pessoas estão cada vez mais sem tempo, e a publicidade como conhecemos, encontra cada vez mais dificuldades para quebrar essa barreira da escassez do tempo.
- publicidade | Time: 4:58 pm (UTC+8)