March 26, 2008

Good Magazine

Último vídeo-sensação dos caras.


March 14, 2008

Viral, Marketing de Guerrilha and so on…

Tava lendo no Adweek sobre virais. E é engraçado que, enquanto aqui a cultura do viral ainda está em alta, assim como a cultura de guerrilha, lá fora (leia-se Estados Unidos), os caras já tentam reinventar essa ferramenta, até porque ela já virou lugar-comum. A galera daqui que é mais ligada em trends não precisa ler um texto gringo pra perceber que a informação está cada vez mais saturada; um viral novo, se não for absurdamente sensacional, cairá nesse conluio de informações.

Publicidade como entretenimento? Ok. Pode funcionar por mais um tempo. Mas não é muito mais válido oferecer um viral que seja uma aperfeiçoamento de um serviço?

Esse raciocínio é ilustrado no texto com uma comparação entre dois virais, o subservient chicken, do Burger King, e o pizza builder, do Domino’s. O primeiro tem fins claramente cômicos: um cara vestido de frango que faz um grande número de atividades, basta digitá-las e enviá-las. No caso da Domino’s, a ferramenta criada permite ao usuário adicionar os ingredientes que quiser em sua pizza, nomeá-la e tê-la entregue em sua casa. Prático e funcional.

O Nick Law, CCO da R/GA, fala sobre isso com uma frase-chave no texto todo: “When you create a utility, you’re creating something that gives people time back”. Porque é isso mesmo, as pessoas estão cada vez mais sem tempo, e a publicidade como conhecemos, encontra cada vez mais dificuldades para quebrar essa barreira da escassez do tempo.

Via.

March 1, 2008

Top Planejamento Estratégico 2008

Compareci nos três dias de Top Planejamento Estratégico 2008 e, em meio a muitas idéias e metodologias de trabalho, fiquei encucado com uma coisa: todos os palestrantes, sem excessão, vendiam, como principal diferencial de suas agências, a total integração entre o Planejamento e a Criação. Ok, legal, mas isso não deveria ser a premissa de qualquer agência?

Sabemos que o mercado de publicidade brasileiro está atrasado em alguns aspectos, mas, num panorama geral, esse atraso é relevado pela qualidade final do trabalho, propiciado pela mundialmente-aclamada direção de arte. Não se pode, entretanto, tapar o sol com a peneira e fingir que está tudo bem, obrigado.

Você percebe que tem algo errado quando quase todas as agências estão falando em integração de departamentos, uma discussão tão antiga que chega a ser tediosa. Ficou muito claro que, algo que fica tão bem no plano teórico — essa integração –, no plano execucional chega a ser pífia.

Resultado: tudamesmacoisa. Ou melhor, esse diferencial, que não chega a ser nem um pouco diferencial, como vimos, é defendido com teses diferentes por parte das agências — é só dar uma olhada no site delas, naquela parte boring de filosofia e missão.

O desafio é mostrar isso da maneira mais peculiar. A PeraltaStrawberryFrog, por exemplo, disse que o cliente senta com eles em todos os processos de trabalho e também dá idéias, podendo ser vetado como qualquer outro da agência… Conversa pra boi dormir?